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Um sonho para a igreja em 2019

Sim, eu tô bem ciente de que eu não tenho autoridade para isso. Mas, como a gente tá na era do opiniódromo livre, vou continuar a minha vibe.
Sugestão de temas para a Igreja Cristã Brasileira (todas elas) para 2019.
Se liguem! Não é fazer um cultinho especial, numa data x qualquer, meio fantasioso, como se todas as coisas que estão por trás, na frente e no meio, envoltas, não fossem bem sérias. Não é nada disso não, tá? É promover ações para sensibilização real, sacou?
🗓 Janeiro: mundo, mundo, vasto mundo; fraternidade universal, o que é para que serve isso? Política Internacional, tratados, acordos;
🗓 Fevereiro e Março: os males do patriarcado; doenças, estigmas e sequelas do machismo; violência contra a mulher (inclusive na igreja); a mulher na igreja e na sociedade etc;
🗓 Abril: um mergulho na cultura dos nossos povos originários; as violações dos seus direitos; demarcação de terras indígenas; atuação da igreja na cultura indígena, conflitos, etc;
🗓 Maio e Junho: meio ambiente; mudança climática, lixo e consumo; vida simples; cuidado com a criação; desenvolver a cultura do cuidado, etc;
🗓 Julho: juventudes, sonhos e frustrações; vocação, trabalho, consumo;
🗓 Agosto: o resgate da paternidade; a responsabilidade masculina no lar; homens em desconstrução, etc;
🗓 Setembro e Outubro: a criança é uma pessoa; responsabilidade da família; igreja, sociedade com o bem-estar pleno da criança; criança e a cultura do consumo; criança - passado, presente e futuro; ECA (Estatuto da Criança e do Adolescentes): o que a Igreja tem a ver com isso;
🗓 Novembro: racismo e preconceito; cultura; violência, juventude negra; mulher negra;
🗓 Dezembro: direitos humanos para humanos direitos? Estamos todos fora, ora!
Alguns dirão:
Ah, a igreja não vai mais pregar a salvação em Jesus Cristo e sua morte e o resgate da vida em sua ressurreição? Não vamos mais denunciar o pecado não?

Estão vendo, amiguinhos e amiguinhas, como a parada é séria e precisa ser urgentemente tratada dentro da comunidade religiosa, ou de fé, se assim preferirem denominar?
Importante:
Ainda mais necessário seria se cada congregação escolhesse uma política publica para monitorar. Já pensou, que lindo, as pessoas passarem a entender das paradas para falarem menos besteiras e ainda serem uma igreja cidadã responsável?!!!

Sonho!!!!

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