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Afinal, o que queremos?

Dizemos querer Deus, mas O ouvimos diariamente e não atendemos.

Dizemos querer nos relacionar e viver em comunhão, mas permanecemos encalacrados na nossa realidade e não vamos na direção do outro e não nos damos a conhecer. Assim, parece que não queremos ou fingimos não perceber que não se pode construir relacionamentos sólidos e relevante, sem que se contemple a necessidade de que todas as partes envolvidas devem se mostrar umas as outras.

Dizemos que queremos imergir na realidade do Reino, mas não nos permitimos conhecer, muito menos ser dirigidos pela Lei que impera no Reino, pois não há reino sem comando de uma lei.

Dizemos que queremos ser filhos,mas não admitimos que o DNA carnal deva ser completamente esquecido, numa compreensão de processo espiritual exige que nos transformemos radicalmente, de modo a não mais reconhecer-se em nós as nossas marcas e identidade natural, mas as marcas e identidade espiritual do nosso Pai espiritual, o Senhor.

Enfim, fica então, um ponto sobre o qual refletirmos: afinal, o que queremos?

E não nos esqueçamos, TUDO começa e termina nEle. Assim, se não ouvirmos a sua voz, e não o deixarmos ser a nossa vida, e não tomarmos a firme disposição de obedecê-Lo, a despeito de, simplesmente é impossível comunhão, ou viver o reino, ou sermos filhos.

Até breve.

Ádila Lopes

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