Pular para o conteúdo principal

A Força do Auto-Domínio: ELE ACREDITAVA EM SIM MESMO

Jesus era uma das pessoas mais confiantes que já existiram. Ele via a si mesmo como uma abertura vital para as pessoas: "Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo". Ele acreditava seu papel também o de nutrir os outros, por isso afirmava ser "o vinho", "o pastor". Ele dizia que tinha vindo para iluminar o caminho. Em outras palavras, Jesus tinha uma grande confiança em si próprio.
Acreditar em seu potencial é uma qualidade de liderança fundamental. um líder que oscila para frente e para trás dá a impressão de ser inseguro. Como o soprano capaz de rachar as vidraças ao atingir uma nota alta e sustentá-la, um líder que consegue manter-se firme, sem enfraquecer, pode derrubar paredes. Jesus não tinha qualquer ambivalência sobre quem ele era ou o que deveria fazer.
O Líder precisa acreditar 100% no seu potencial. 
O Líder precisa entender que "o poder é assumido, e não concedido", tão somente. E atenção, acreditar 100% em si mesmo, é muito diferente de encher-se de presunção. Olhe pra Jesus, Ele nunca foi arrogante com qualquer pessoa.  Mesmo quando foi amarrado e levado a julgamento, ele não agiu com soberba, nem negou o seu próprio poder.
Por não acreditar de fato em si, vemos todos os dias pessoas dispostas a empunhar armas e mostrar valentia; outras destruindo-se nas drogas, e por ai vai.
Jesus disse que veio do céu e que iria voltar para lá. Ele veio nos ensinar como podemos trazer o céu aqui para a terra - e o que é mais - o reino de Deus - para dentro de nós.

Pense:
* Quanto você acredita em si próprio?
* O que seria necessário para que você acreditasse em si mesmo profundamente?

Lance fora o medo que amarra seu entendimento da sua força e poder, capacidades e dons e concentre-se no que você para parecer-se mais com Jesus, cada vez mais.

Pense Nisso!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os olhos são as janelas do corpo (ou da alma)

Diz a sabedoria: "Os olhos são as janelas do corpo. Se vocês abrirem bem os olhos, com admiração e fé, seu corpo se encherá de luz. Se viverem com olhos cheios de cobiça e desconfiança, seu corpo será um celeiro cheio de grãos mofados. Se fecharem as cortinas dessas janelas, sua vida será uma escuridão." Eu adaptaria para os olhos são as janelas da alma. Por mais óbvio seja, parece que recorrentemente é necessário dizer o quanto nós julgamos as pessoas por aquilo que somos capazes de fazer. E quase sempre isso dista, anos luz, do que elas realmente estão fazendo ou considerando fazer. Então, em um processo de rupturas, por exemplo, se nós somos do tipo agressivo e violento que atua para enxotar as pessoas dos espaços e fazer os mais ardilosos arranjos de modo nos garantirmos em estruturas de micro-poder, é assim que lemos as outras pessoas e começamos a desenvolver pensamentos e medidas conspiratórias em lugares que somente nós encontramos os males imaginados. E e...

Uma nova cultura política como legado

As movimentações recentes no calendário político-policial nacional revelam um quadro que nos sinaliza o tamanho da responsabilidade da REDE e de todas as forças políticas decentes desse país. Essa responsabilidade, penso, é muito maior e mais significativa na medida em que os caminhos menos dolorosos são as nossas primeiras opções quando estamos sob pressão. E TODOS - do brasileiro mais simples ao maior agente político desse país, tendo ou não reserva moral - estamos sob intensa pressão. E assim, claro, é menos doloroso encarar "as soluções" habituais, que podem se travestir na polarização e que nos forçam, na ânsia por resposta rápida, à junção com outras forças políticas quaisquer, apenas para falar algo, ainda que não se tenha nada efetivamente a dizer, quando o que cabe é refletir. Pode ser este o caminho? É sempre uma opção. Apenas, muito privadamente vejo nessa opção, uma busca por achar um novo salvador da pátria que nos livre da nossa desgraça maior de não sabe...

Narrativas. Vida. Caos. Desesperança.

  Quando eu era pastora repetia com muita frequência, aos membros da igreja, sobre a necessidade de submeterem o que ouviam de mim ao crivo do Evangelho, aprendi isso com o bispo Douglas e com o Paulo, o apóstolo rabugento (e por vezes preconceituoso), mas também zeloso com a missão cristã assumida. Outra coisa que eu repetia era que as pessoas só conseguiriam se desenvolver se exercitassem a capacidade de pensar. Nunca acreditei num Deus que aprecia obediência cega, seres incapazes de fazer perguntas. E cada vez mais falo a Deus que se ele não conseguir se relacionar com as minhas dúvidas, meus questionamentos, as tensões do meus dilemas e mesmo cada um dos incontáveis momentos em que duvido até dele, então ele não é Deus. Será apenas um pequeno fantasma das minhas invencionices mentais, portanto, irreal. E por que isso aqui da gaveta das minhas convicções e incertezas? Assim? A nossa História é basicamente um amontoado de narrativas. Ora elas nos embalam na noite escura e fria. O...